12.21.2010
A caminho
Expontaneamente, do nada, sem querer saber o que se passa realmente, sem me dar ao trabalho de sair de cabeça erguida, amarrei-me a mim própria. O flashback, o sexto, sétimo, oitavo (...) sentido, o feeling, não saiam nunca mais. Estou demasiado longe para poder sentir o que quer que seja. Incapaz de chegar ao porquê, não entendo. Estou presa talvez a 7 meses. A dois furos que me deitam a um repouso que não quero ter. Já nem o sorriso de todas as terças me seduz, ou induz que está realmente tudo bem. As vezes está tudo a nossa frente, o caminho certo. E tantas oportunidades que tive de nunca mais ver nada do que não suporto. Preciso de 90º para dar uma grande volta a isto tudo. O mal aqui é mesmo meu, aposto a minha vida em como não vale nada. Isto é só um dia menos bom, em que penso que me derrubaram de novo, e é tudo culpa do meu feitio pouco regular. Alguma coisa me espera, e é esse o sentido daquilo a que chamam vida. E a minha tanto corre bem, como menos bem, nunca mal, só porque é minha.
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