Tu vens-me com matemática, eu prefiro passar à história.
Escolho o fim, na verdade é o mais fácil, porque o mais difícil já eu passei, sem ti, sim, eu consegui. Já não me incomoda qualquer coisa que venha da tua parte, e porquê? Porque de tua parte nada há. Não, não mudei de ideias, sei bem o que te disse na mensagem em que me acusavas de inconsciência, quando na verdade foste tu que te apoderas-te dela. És a minha maior desilusão, culpa minha, só minha que te quis por num patamar muito superior a tudo e todos, culpa minha que quis partilhar tudo contigo, que me habituei a ti como uma parte de mim, parte essa que me partiu ao meio, sem deixar nada, ou melhor que me deixou (em) tudo. Mesmo assim ainda te aconselho a olhar para esta história, ou qualquer outra que preservavas, vê bem, repara, só te estás a perder. Eu admiro a forma como consegues estar tão bem, a forma como tu te resguardas nesse mundo que transformas-te tão pequeno.
Não sou eu que não sei calcular, és tu que não consegues perceber.
Responde-me tu agora, onde estás ?
Eu até podia desacreditar em tudo isto, agarrar-te no braço e falar, mas eu já não te oiço, não te vejo, já nem te quero 'amor'..
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